EXPANSÃO

Investimos em líderes sociais para impactar suas comunidades utilizando educação, tecnologia e renda. Nossa rede desenvolve habilidades em jovens e crianças para aumentar as chances de sucesso no futuro e varar o bloqueio social.

Somos uma rede de ONGs, que transformam periferias e favelas. Trabalhamos para diminuir desigualdades.

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UNIDADES IMPLEMENTADAS ATUALMENTE EM FAVELAS

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UNIDADES IMPLEMENTADAS ATÉ O FIM DE 2019

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FAVELAS ATENDIDAS ATÉ O FIM DE 2019

Favelas atendidas

Seleção dos Heróis de Favela

unidades

Instituto Mandaver
O Instituto Mandaver é uma organização social, que tem como objetivo principal promover cidadania e transformação social, através de ações inovadoras e empreendedoras, junto à população que vive nas comunidades carentes do bairro do Vergel do Lago, em Maceió, Alagoas.
A instituição oferece oficinas culturais e esportivas para crianças e adolescentes, com o intuito de trabalhar não somente suas habilidades nas atividades das oficinas, mas também de promover a inclusão social e a cidadania. Para jovens e adultos e adultos disponibiliza cursos de capacitação e qualificação profissional, visando melhor colocação no mercado de trabalho, gerando emprego e renda para a população local. O Mandaver foi criado em 2015 por Carlos Jorge, líder atuante junto a comunidade da carente do bairro Vergel do Lago. Em 2017, o Mandaver participou do edital para ingressar na Rede Gerando Falcões, se tornando a primeira ONG selecionada com sede fora do Estado de São Paulo.
O Projeto Mandaver é formado por uma equipe de quatorze profissionais entre assistentes sociais, psicólogas, professores e arte educadores.
A meta para 2019 é atingir 400 crianças inscritas no polo cultural e 200 jovens e adultos nos cursos de qualificação profissional.
Instituto Resgatando Vidas
O Instituto Resgatando Vidas realiza trabalhos nas comunidades: Odassi Nazzalli expandindo para Sucupira e Flamengo.
As ações são voltadas à prevenção ao uso de drogas em escolas e igrejas e ao resgate de adolescentes, jovens e adultos das ruas.
Para esses públicos, Aron ministra palestras de capacitação profissional, auxiliando-os no acesso ao mercado de trabalho.
Mais do que promover ações assistenciais, o objetivo de Aron é promover mudanças reais nas vidas dos moradores do bairro – transformar vendedores de drogas em vendedores de carros, casas e roupas; transformar gerentes do tráfico em gerentes de banco, e assim por diante.

O contrato de parceria entre a ONG Resgatando Vidas e a Rede Gerando Falcões foi oficializado em 2019. No final de abril aconteceu a grande festa de inauguração da parceria.
A meta é atender 400 crianças no polo cultural esportivo; e 200 jovens e adultos na qualificação profissional.
Instituto As Valquírias
Criado em novembro de 2007, em São José do Rio Preto, As Valquírias uma Organização da Sociedade Civil, que se dedica a dar oportunidade a criança, jovens, idosos e seus familiares que se encontram em risco de vulnerabilidade social e emocional, buscando amenizar três dos maiores problemas concernentes instalados na Zona Norte da cidade: tráfico de drogas, trabalho infantil e prostituição. Para tanto, estruturou em três frentes: a Banda Musical, o Instituto Social e o Negócio de Impacto Social.
Instituto Nature Life
A organização não governamental Nature Life também faz parte da Rede Gerando Falcões. Fundada há nove anos por Ivan Junqueira, a escola de surfe atende crianças e jovens de seis a 17 anos de idade que moram na comunidade de Perequê, em Guarujá, no litoral paulista.

"Para nós, fazer parte da Rede Gerando Falcões ao lado de outras ONGs é uma grande oportunidade. Com este apoio, esperamos atender cada vez mais jovens de Perequê, oferecendo a eles um espaço para desenvolvimento pessoal e profissional", afirma Junqueira.

A Nature Life é mais uma das selecionadas do Programa Gerando Falcões de 2019, que busca acelerar as iniciativas de diferentes líderes sociais espalhados pelo País

Ivan sentia a falta de uma escola de surfe próxima ao seu local de trabalho. Em contato com empresários moradores do condomínio onde trabalhava, ele conseguiu apoio para a abertura da sua própria escola de surfe, a Nature Life, onde passa os fins de semana e atua durante as suas férias.

Na instituição, por meio de seu trabalho social, Ivan conseguiu realizar um antigo sonho: de ajudar as crianças e jovens da comunidade de Perequê. Para participar, os aspirantes a surfistas devem estar matriculados em escolas regulares e comprovar frequência nas aulas.

No projeto, além do surfe, os alunos têm aulas de artesanato – com materiais reaproveitados – e de violão, atividades de conscientização e proteção às praias e à natureza, além de oficinas de conserto, aulas, de confeitaria, empreendedorismo mirim e fabricação de pranchas de surfe.

Gerando Falcões - Vila Prudente
A Unidade da Rede Gerando Falcões na Vila Prudente é administrada pelo Cesar Gouveia da Silva, 28 anos, nascido, criado e morador da própria Favela da Vila Prudente.

A unidade Gerando Falcões/Vila Prudente foi a segunda criada pela rede, e a primeira na Capital.

A união surgiu graças a amizade entre Cesar e Eduardo Lyra, nascida durante um encontro em um evento na Rede Globo. A "VP" como é chamada atende crianças, jovens e adultos de outras três favelas próximas; e oferece cursos de capacitação profissional, programas de qualificação profissional para jovens, recolocação de egressos do sistema penitenciário no mercado de trabalho, entre outras ações.
Gerando Falcões - Poá
2011
O INÍCIO
Após o lançamento independente do livro "Jovens Falcões", Edu Lyra idealiza o 'projeto Gerando Falcões', dando palestras motivacionais aos jovens em escolas públicas do Estado de São Paulo.

2012
PRIMEIROS PASSOS
Começa uma nova etapa na trajetória nas escolas, incluindo rap e histórias de superação. Iniciam-se as oficinas de skate na escola Profa Lacy Lenski Lopes, no Jardim América, em Poá.

2013
GERANDO FALCÕES
Oficialização do "Gerando Falcões" e primeiro investimento semente feito pelo Instituto PDR. Criação dos MCs Pela Educação, projeto que leva funk e rap e hip hop para as escolas públicas do país.

2014
OFICINAS E PARCERIAS
Início das oficinas de futsal e tênis, em parceria com a escola municipal José Antônio Bortolozzo, no bairro Cidade Kemel, em Poá.

2015
PROJETO RECOMEÇAR
Início da oficina de Coral; Começo do projeto "Recomeçar", com o objetivo de ajudar o egresso do sistema prisional na recolocação ao mercado de trabalho.

2016
POLO CULTURAL E ESPORTIVO
Criação do Polo Cultural e Esportivo, com a inclusão de aulas de boxe, dança, pintura e teatro aos sábados, no período matutino.

2017
DESENVOLVIMENTO E EVOLUÇÃO
Dobramos o número de atendimentos no Polo Cultural e Esportivo, criação do departamento de Qualificação Profissional; Demonstrativos contábeis auditados pela primeira vez pela KPMG; Implantação do modelo de metas criado pela Ambev; Recursos captados com Fundação Lemann, Giveme5, WiseUp e Aloha para iniciar a Rede do Gerando Falcões; Seleção dos primeiros líderes para expansão.

2018
ATENDIMENTO
Atendemos atualmente nessa unidade cerca de

IMPACTO

87
95%
Dos alunos acreditam que a rede GF transformou sua vida
92%
Dos alunos acreditam que a rede GF transformou a sua favela
95%
Programas, nas 9 unidades da Rede Gerando Falcões.

Nossos Heróis de Favela

Aron Ramos Zona Norte - SP
Aron Ramos, 37 anos. Casado, 4 filhos, nascido na Zona Norte SP. Criado pela Avó, a Dna. Dade, cresceu com a ausência do pai. Essa ausência paterna aos 12 anos gerou uma revolta a qual se expressou através da agressividade com amigos e colegas de escola. Expulso de mais de 7 colégios na região, em um deles, conheceu uma pessoa, uma líder de uma das bocas na favela, a qual se tornou sua melhor amiga. Isso abriu as portas para as drogas, e aos 15 anos já estava envolvido no tráfico e em furtos no bairro. Aos 16 anos, teve uma filha, isso mexeu muito com ele, e aos poucos começou a ver as coisas de forma diferente. Aos 20 anos teve um encontro com Jesus, o qual cortou 100% o vinculo dele com as drogas e o tráfico. Começou a trabalhar, focado em seus sonhos, que era ter uma família linda, filhos, uma casa com chuveiro quente, se formar na faculdade, e trabalhar em 4 multinacionais. Ele conseguiu realizar todos os seus sonhos! Hoje, lidera o Instituto Resgatando Vidas para Vida, com trabalhos realizados na Comunidade da Odassi Nazzalli, expandindo para Sucupira e Boi Malhado. Tem realizado trabalhos de prevenções contra as drogas em escolas e igrejas, trabalha com resgate de adolescentes, jovens e adultos das ruas. Semanalmente, gera palestras de capacitação profissional com essa galera e os auxilia ao acessa no mercado de trabalho, em parceria com um supermercado e uma rede de farmácias. Seu maior sonho é ver vidas transformadas. Resgatar elas do submundo das drogas, da marginalidade, ajudar elas a resgatar os sonhos, e ou fazê-las sonhar. Seu é lema "Corre atrás dos seus sonhos porque dá para alcançar. Com muito trabalho, fé, dedicação e foco!"
Ivan Junqueira Guarujá - SP
Ivan vem de uma família muito humilde e batalhadora, seus pais se separaram quando ele tinha 5 anos de idade, sua mãe criou ele e mais duas irmãs com muito trabalho e carinho. Começou a surfar com 8 anos em Itanhaém e ao decorrer dos anos se tornou competidor profissional de surfe durante 15 anos, e com o dinheiro dos patrocinadores, ele ajudava a sua mãe. Quando completou 20 anos de idade foi para o Guarujá trabalhar de ajudante de pedreiro nas obras em que seu pai trabalhava e passou a morar com ele. Após alguns anos Ivan fez um curso de segurança no Guarujá, com o dinheiro que ganhava na obra e em seguida conseguiu um emprego de segurança em um condomínio de alto padrão, trabalhou por 5 anos, depois de um tempo ele conseguiu com muito esforço se formar na Unaerp Campus Guarujá em Educação física. Havia notado que não tinha nenhuma escola de Surf próximo do seu local de trabalho, por conta de ter conhecido muitos empresários no condomínio que trabalha, conseguiu apoio para que conseguisse abrir a sua própria escola de surf, onde ele trabalha nos fins de semana e quando saí de férias. Ele sempre teve vontade de ajudar as crianças e jovens da comunidade de Perequê e através do projeto social, ele poderia realizar essa vontade. A escola se surf de Ivan já tem 9 anos de existência, o projeto atende crianças e jovens de 6 á 17 anos de idade que moram na comunidade de Perequê, todos devem estar matriculados na escola e frequentando as aulas e além do surf os alunos têm aulas de artesanato, com materiais reaproveitados, aula de violão, atividades para proteger as praias e a natureza, conserto e fabricação de pranchas de surfe e aulas teóricas para entender a situação em que cada aluno se encontra e ajudar de alguma forma. Neste mesmo tempo ele foi contratado para fazer um treinamento físico para os seguranças do condomínio.
Amanda Priscila Oliveira da Silva - São José do Rio Preto
Amanda Oliveira, 30 anos nasceu em uma favela na grande São Paulo e viu sua vida mudar ainda na infância, por meio da musica que vinha das salas de aulas de um projeto social. Cresceu, se tornou mulher, musicista, empreendedora social e resolveu multiplicar o Impacto. Fundou o Instituto As Valquírias para atender meninas vindas da mesma realidade que a sua, e atua em três frentes: O projeto social, a Banda Musical e o negócio de Impacto Social. Aprovou seu projeto pela UNESCO | Rede Globo| Criança Esperança 2013|2014. Recebeu o Prêmio 10 Mulheres pela Paz ( alusivo a ONU) - 2015 foi titulada como Imortal pela Academia Brasileira de Letras,2016 saiu na revista Forbes entre os 30 jovens que brilham no Brasil com menos de 30 anos 2019. Recebeu o Prêmio Jovem Empreendedora do ano pelo Lide - 2018 e foi reconhecida nacionalmente em uma homenagem feita pelo Luciano Huck no palco do Caldeirão do Huck. Amanda acredita que quando você educa uma menina, você educa uma nação e carrega consigo a frase: " O bem que você faz é seu advogado por toda parte."
Leandro Martins Minas Gerais - BH
Leandro, nasceu no norte de Minas em Salinas, em um lar simples, pai cuidador de roça e minha mãe professora. Quando tinha três anos, seus pais foram para o Sul em busca de melhores condições de vida. Chegando lá, seus pais e sua irmã mais velha, começaram a trabalhar no cafezal, enquanto sua outra irmã ficava em casa cuidando dele, mas as condições só pioraram, até que seus pais foram para Belo Horizonte com seus familiares e conseguiram alugar um barracão com um beliche e um fogão. Foi nesse período que ele teve seu primeiro contato com a escola, e seu primeiro material foi dado pela dona do barracão que era merendeira da escola. Seu pai trabalhava como servente de pedreiro e com muito trabalho conseguiram se mudar para outro barraco com três dormitórios. O pai de Leonardo bebia muito e o vício trouxe grandes prejuízos para a família. Ele começou a fazer os trabalhos dos seus colegas da escola, principalmente, os trabalhos de educação artística, depois de feito, eles pagavam para o Leandro, através disso ele ajudava a comprar as coisas em casa, depois de alguns anos começou a trabalhar como servente de pedreiro para assumir as responsabilidades de casa. A realidade trouxe sofrimentos, mas, muitas pessoas se levantaram para os ajudar. Em 2007 se casou e começou a trabalhar em uma empresa grande de obras e se encantou pela parte de projetos da empresa. Foi nesse momento, que um colega de trabalho te mostrou uma escola técnica de desenhos, uma das melhores, matriculou-se e começou a estudar. Sua habilidade com o desenho fez com que se destacasse na escola e seu professor lhe chamou para trabalhar com ele como estagiário, através de seus talentos e com sede de transformar sua comunidade, ajudando o próximo, se tornou missionário e pensou em criar uma ONG que daria um futuro melhor para as crianças. O Grito surgiu para mudar a dura realidade do bairro, não poderia ficar calado diante da realidade, de adolescentes, grávidas, drogas, IDH, um dos mais baixos, prostituição, crianças que não estudam, uma extrema pobreza. "Devemos dar o grito, de liberdade, esperança, a possibilidade de um futuro melhor. Amo a frase do Martin Luther King que diz: "O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons". Atualmente, atua como desenhista, projetista e trabalha com arquitetura. E continua acreditando que Ribeirão das Neves será um lugar onde haverá mais crianças nas escolas, mais investimento, mais estrutura e mais educação.
Gilmar Lima dos Santos Vitória - ES
Gilmar nasceu no bairro Santos Dumont e criado no bairro Resistência, Vitória - ES. Com meus pais e irmãos, foi morar na comunidade de Resistência quando eu tinha um ano e meio, meus pais vieram em busca de moradia própria e à procura de melhores condições de vida. Na época, aqui era um grande manguezal que estava sendo aterrado por lixo. Era um lixão a céu aberto. Seus pais tiveram 12 filhos e devido a isso a situação financeira, viviam de doações. Aos seis anos foi matriculado em um projeto social chamado Projeto Vale da Esperança, onde ele, seus irmãos e amigos, participavam de várias atividades (capoeira e recreação.). Além de participar das atividades oferecidas, sempre se envolveu com a organização das mesmas, gostava de contribuir para a organização do espaço, dos materiais, das aulas. Em função disso, com o passar dos anos, se tornei ajudante dos educadores da instituição, ministrando oficinas de artes e acompanhando as atividades da brinquedoteca e da cozinha experimental. Nesse projeto, conheci o Professor Joergues Nery, que dava aulas de capoeira, e passei a me envolver de maneira mais direta com essa atividade, auxiliando-o também nas aulas. Por falta de recursos, em 1999, o projeto fechou e deixou de realizar os atendimentos. O professor Joergues decidiu continuar com suas aulas, de maneira voluntária, utilizando espaços alternativos, primeiramente, uma das ruas do bairro e, depois, o quintal da casa de um morador. Naquele momento, nascia o Projeto Capoeira na Comunidade, que busca, por meio da oferta de aulas de capoeira, aliada a outras manifestações culturais brasileiras, promover ações que estimulem o protagonismo, o empreendedorismo social e a diminuição da violência, em algumas regiões da Grande Vitória/ES. O projeto busca apresentar-se como uma alternativa para o atendimento de uma comunidade que se encontra em condições de desvantagem ou vulnerabilidade social em decorrência de fatores históricos, culturais e econômicos.
Bruno Horácio Capão Redondo
Começou a usar maconha quando tinha 14 anos e com 15 anos foi para a Febem, hoje fundação casa, depois de 6 meses ele fugiu e viveu um mês na rua até ser encontrado pelos pais que o convenceram a se entregar. Quando saiu de liberdade terminou o ensino médio, se tornou pai e realizou o seu sonho que até então era se tornar lixeiro. Bruno entrou para o curso de gestão ambiental e começou a dar valor para o lixo. Ganhou em casa o apelido de acumulador e na comunidade de louco do projeto. Junto com José Carlos, abriu uma padaria gourmet e o espaço foi batizado de "Ateliê Sustenta Capão" imagine a laje de uma casa com diferentes pessoas trocando conhecimentos. Essa é a Laje DuCorre, ideia de Bruno Capão, morador no Morro do Piolho, uma das comunidades do Capão Redondo, zona sul de São Paulo. "Eu tinha a ideia, a força de vontade e a gana no momento certo para deixar o projeto em pé" Bruno diz que a Laje DuCorre surgiu por dois motivos: sua vivência como jovem negro e periférico e pela necessidade de diálogos entre os jovens da quebrada. No começo, ele realizou cinco encontros na laje de sua própria casa para conversar sobre a cultura de paz. Logo, mais gente foi se interessando e os encontros se tornaram cada vez maiores.
Bruno Desidério
Conhecido como Bruno Poá, tem 30 anos e foi jogador de futebol durante 18, começou aos 6 anos de idade. Foram quatro anos jogando na Portuguesa e seis no Guarani. Também jogou em times como Corinthians, União Barbarence, Guaratinguetá, Novo Hamburgo, Brasil de Faropilha e passou na seleção Brasileira de base. Aos 24 anos, quando parou de jogar trabalhou por dois anos na Fidelyt Sports como olheiro de jogador, após esse tempo começou a dar aulas no Gerando Falcões de futsal. Ficou 5 anos atuando como professor, 6 meses como Coordenador de Esporte e hoje atua como Líder da unidade de Poá, a primeira da Rede Gerando Falcões, e se forma em Educação Física no primeiro semestre de 2019.

Carlos Jorge
Carlos Jorge, nascido em Maceió – Alagoas em 12.06.1986, casado, pai de duas filhas, palestrante, empreendedor social, líder e fundador da ONG Manda Ver no Vergel desde 2015. No Manda Ver oferecemos atividades através de parcerias de capacitação profissional, geração de renda, educação ambiental, entre outras atividades. Sua área de atuação social é no bairro do Vergel onde nasceu. O seu sonho é que o bairro do Vergel se torne um dos bairros mais inovadores e empreendedores de Alagoas.

Cesar Gouveia
A Unidade da Rede Gerando Falcões na Vila Prudente é administrada pelo Cesar Gouveia da Silva, 28 anos, nascido, criado e morador da própria Favela da Vila Prudente.
Oriundo de uma família pobre e nordestina, César, foi um ponto fora da curva perante aos demais amigos que cresceram juntos com ele no mesmo cenário de pobreza e luta.
Cesar fugiu à regra comum da maioria dos jovens da favela, sucumbidos pelo crime ou pela injustiça social, e foi luta para concluir os estudos em todas as suas etapas. A busca pelo caminho certo surtiu efeito Cesar formou-se em jornalismo, fundou o jornal comunitário Vozes, e virou referência na comunidade. O veículo levava às comunidades da zona leste, norte e sul notícias prospectadas a partir do olhar do próprio morador.
Da Vila Prudente as notícias propagadas pelo (Vozes) denunciavam o descaso com a favela, e o grito dos moradores com a possível (comentários da época) reintegração de posse do terreno.
Segundo Cesar, sua casa seria uma das atingidas pela desocupação e foi exatamente a dor e o medo da sua mãe que o fez criar o folhetim.
A unidade Gerando Falcões/Vila Prudente foi a segunda criada pela rede, e a primeira na Capital.
A união surgiu graças a amizade entre Cesar e Eduardo Lyra, nascida durante um encontro em um evento na Rede Globo. A "VP" como é chamada atende crianças, jovens e adultos de outras três favelas próximas; e oferece cursos de capacitação profissional, programas de qualificação profissional para jovens, recolocação de egressos do sistema penitenciário no mercado de trabalho, entre outras ações.
Léo Martins
Casado, pai de duas filhas, Leandro, mas mais conhecido como Léo Martins (35), nasceu em um lar simples na cidade Salinas, Norte de Minas Gerais. O pai era lavrador e a mãe professora, tendo mudado pela primeira vez aos 3 anos de idade, quando os pais buscaram melhores condições de vida e de trabalho nas fazendas de café no Sul do estado.
Porém, as condições só pioraram o que fez com que a família migrasse para Belo Horizonte. Na capital mineira conseguiram alugar um barracão apenas com um beliche, um fogão e um banco de madeira, onde a irmã dormia.
Foi nesse período que ele teve seu primeiro contato com a escola e seu primeiro material foi dado pela dona do barracão alugado pela família. Seu pai trabalhava como servente de pedreiro, mas bebia muito e o vício trouxe grandes prejuízos para a família como a violência doméstica.
Léo Martins fez uma escolha ao invés da lamentar e ou se revoltar, começou pela primeira vez a empreender, usando a habilidade e o dom que tem na área da arte para vender desenhos na escola que estudava, usava o dinheiro na época para comprar a alimentação especial que a mãe precisava, em função de um adoecimento que teve.
Em 1997 os pais buscando novamente melhores condições de vida mudaram o Jardim Alvorada em Ribeirão das Neves e no ano 2000 junto com a mãe e irmãs, Léo mudou para um barracão no mesmo bairro. Moraram em uma ocupação, onde só tinha tijolos e uma lona na janela, recebia doações de comida e aos poucos, com muita luta e batalhas a família foi vencendo as dificuldades que passava.
Em 2011, Léo Martins, começou a trabalhar em uma grande empresa da construção civil e se encantou pela parte de projetos. Matriculou-se em uma escola técnica de desenhos e começou a estudar. Sua habilidade com o desenho fez com que se destacasse e seu professor lhe chamou para trabalhar como estagiário.
Em 2013 se tornou missionário e desenvolveu um trabalho chamado Impacto. As ações eram voltadas para crianças das periferias, tendo recebido o convite para atuar em várias comunidades, inclusive no Complexo do Alemão Rio de Janeiro.
Inconformado com a falta de estrutura da sua comunidade, Léo, em 2016, decidiu dar O GRITO de esperança, paz, liberdade, alegria, justiça e então junto com amigos fundou o Instituto O Grito com o intuito de oferecer uma nova perspectiva de vida para todos que sofrem com a vulnerabilidade social: "talvez eu não consiga acabar com a dor do mundo, mas vou fazer de tudo para diminuí-la." pontua Léo Martins sobre o trabalho que realiza.

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